Capelania aos Enlutados

Visão

Assistir os enlutados nos maiores cemitérios da cidade do Rio de Janeiro.

Missão

Promover o cuidado e o aconselhamento de pessoas enlutadas, cultivando um relacionamento com a igreja local para o desenvolvimento espiritual dessas pessoas.

O trabalho de capelania aos enlutados visa atender a todos os que sofrem a perda de um ente querido por meio de apoio nos sepultamentos e visitação aos que se mostram favoráveis. Além disso, objetivamos também promover capacitações para voluntários interessados em trabalhar neste ministério e mobilizar as igrejas a realizarem atividades de acompanhamento a famílias enlutadas. Buscamos também identificar e desenvolver relacionamento com as igrejas situadas próximas aos cemitérios, visando apoiar os parentes e amigos enlutados. Na cidade do Rio de Janeiro temos 20 cemitérios, sendo 13 de propriedade do município, administrados pela Santa Casa da Misericórdia, e os restantes são particulares, sob regime de permissão. Através da Coordenadoria de Controle de Cemitérios, vinculada à Secretaria de Conservação (SC/CCF), a Prefeitura controla e fiscaliza os cemitérios públicos, particulares, todas as agências funerárias, capelas, crematório e embalsamamento em nosso município.

Motivos de oração

Por mais apoio das igrejas batistas cariocas ao trabalho de Missões Rio;

Por mais voluntários para este ministério;

Pelos recursos para o sustento ministerial;

Pela saúde física, emocional e espiritual dos capelães;

Pelas pessoas alcançadas com a mensagem do evangelho;

Pela capacitação dos voluntários;

Pelas equipes de administração das capelas e cemitérios;

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Missionários

PR. NELSON CARDOSO

PR. NELSON CARDOSO

Capelania aos Enlutados

 FILIPE DA CONCEIÇÃO

FILIPE DA CONCEIÇÃO

Capelania aos Enlutados

Frutos do trabalho

No período de abril de 2013 a março de 2014, alcançamos 2627 pessoas nas capelas e cemitérios de nossa cidade.

Realizamos, no mesmo período, 127 cerimônias fúnebres.

Ao observar a jovem senhora R., junto à cabeceira do esquife onde estava o corpo de sua mãe, R.S.M., de 50 anos, me aproximei e após me apresentar, lhe ofereci uma cerimônia com reflexão na Palavra de Deus e uma oração. Ela aceitou e pediu que apenas aguardasse a chegada de sua irmã. Após a chegada da sua irmã A., veio também um grupo de pessoas, entre eles, uma jovem católica, encarregada de realizar a cerimônia segundo o costume católico. Conversei então com A. e lhe disse que sua irmã me havia dado permissão para realizar uma cerimônia evangélica. As duas irmãs concordaram que cada um poderia conduzir uma parte da cerimônia. Combinei com a jovem católica, que ela poderia iniciar a sua parte, mas ela sugeriu que eu desse o início e ela continuaria depois. Ao chamar a atenção para o início da cerimônia, todos silenciaram e fiz uma reflexão em Eclesiastes 3.1-4. Sem conhecimento da causa do falecimento daquela senhora, falei da aprovação de Deus em relação ao final do tempo de vida de cada ser, ao que R. bradou, dizendo: – “Não, Deus não aprovou esse tempo para minha mãe, porque foi erro médico”. Contudo, conforme continuei a reflexão, pude observar o consolo sobre os presentes. Ao finalizar, passei a palavra para a jovem católica realizar a sua parte, mas ela disse: – “Não precisa mais, já estamos confortados”. Então, sugeri que orássemos o Pai-Nosso e fiz outra oração objetiva de consolo e gratidão pelo tempo que durou a vida da Srª. R.S.M. Após a oração, pudemos perceber o resultado positivo do conforto dado àqueles corações. Pr. Nelson

Missionário da Capelania aos Enlutados